Nordeste precisa investir R$ 25,8 bilhões nos próximos oito anos para escoar produção


O Nordeste precisa investir R$ 25,8 bilhões em rodovias, ferrovias, hidrovias e portos a fim de evitar gargalos no escoamento de produção. O dado faz parte do estudo Nordeste Competitivo, encomendado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e divulgado hoje (30).

Segundo o levantamento, o valor deve ser aplicado nos próximos oito anos em 83 projetos eleitos como prioritários, sendo que a maior parte deles – 90% – diz respeito à ampliação e modernização de portos e ferrovias. Caso o investimento não ocorra, a pesquisa prevê entrave ao transporte de cargas na região.

De acordo com o estudo da CNI, o investimento total para resolver os problemas de logística nos estados do Nordeste chega a R$ 71 bilhões para tocar 196 projetos. No entanto, com foco inicial somente nos prioritários, o estudo aponta que seria possível recuperar o valor investido em uma média de 4,4 anos, com a economia de R$ 30,2 bilhões gastos na região com frete, pedágios, transbordo e tarifas portuárias.

Suplementos alimentares podem afetar o rim e o fígado

 O uso inadequado de suplementos alimentares pode gerar sobrecargas de nutrientes no organismo, causando uma série de complicações à saúde. Frequentemente utilizados por jovens e esportistas que querem ficar com os músculos mais definidos, os suplementos só devem ser adotados após avaliação de profissional especializado e sob acompanhamento do médico ou nutricionista.

De acordo com Silvana Vertematti, Cardiopediatra e médica do esporte do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos, os suplementos alimentares têm a função de suplementar a dieta normal e fornecer nutrientes essenciais para o organismo como proteínas, carboidratos e vitaminas. Fornecem energia e resistência além de atuar na recuperação muscular e definição corporal.

O problema é que o suplemento pode gerar sobrecarga do metabolismo e afetar órgãos como rim e fígado. Kátia Terumi Ushiama, nutricionista do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos, alerta para uma situação perigosa que acontece com frequência quando uma pessoa toma um suplemento hiperproteico por conta própria esperando ganhar massa muscular. “Caso essa pessoa já tenha na alimentação a quantidade adequada de proteínas, o suplemento pode gerar sobrecarga”, diz.

De acordo com a especialista, há o risco de sobrecarga do metabolismo, especialmente em relação aos suplementos polivitamínicos e de proteína. Os órgãos mais afetados são: o rim, que realiza a filtração do sangue e produz a urina, já que esses suplementos podem elevar a formação de substâncias tóxicas como ureia e amônia; e o fígado, que é o órgão “laboratório” do corpo, local onde todos os compostos químicos passam, e o excesso desse contato pode inflamá-lo.

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