RN tem quase 3 mil vagas de concurso com inscrições para 2017

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Novo Jornal – A busca por um emprego estável, com perspectivas de crescimento e bons salários estão entre os principais motivos pelos quais trabalhadores e estudantes se inscrevem em concursos públicos das mais diversas áreas. Algumas pessoas, inclusive, se dedicam a estudar para as provas de forma integral até conseguirem a aprovação, os chamados “concurseiros”.

Para essas pessoas, a instabilidade política e econômica que marcou o último semestre no Brasil trouxe uma série de incertezas sobre a abertura de novos concursos ao longo do ano, mas o número de editais abertos em todo o país mostra que esse medo não se concretizou.

É o que ressalta o diretor do IAP Cursos, Aldo Rocha. Ele afirma que “as pessoas que estudam para concursos começaram o ano com o pé atrás por causa da recessão econômica e da PEC do Teto de Gastos [como é conhecida a PEC 55]. Imaginamos que esse ano teria poucas oportunidades, mas a realidade que vem se consolidando é o inverso”.

No Rio Grande do Norte, por exemplo, oito concursos em aberto somam quase 3 mil vagas. Em alguns desses casos, como o concurso da Marinha, o total de vagas (90) se distribui entre o RN e outros estados brasileiros, especificando apenas os limites para cada cargo.

Além das oportunidades em órgãos municipais, estaduais e federais que atuam no RN, instituições de estados vizinhos também estão com provas marcadas, como Tribunal de Justiça de Pernambuco, a Polícia Militar do Estado da Paraíba, a Universidade Federal da Bahia e a Secretaria da Justiça e Cidadania do Estado do Ceará. Dependendo do nível de escolaridade do candidato e do cargo que está sendo pleiteado, os salários iniciais chegam até R$ 27,5 mil.

Os “concurseiros” também aguardam a publicação de editais nas esferas estaduais e federais. Tanto o Tribunal Regional do Trabalho do RN como o Tribunal Regional Federal e o Ministério Público da União já têm comissões formadas e a expectativa é de que novas vagas sejam abertas até o final do ano.

Para o diretor do IAP Cursos, Aldo Rocha, o primeiro passo para quem pleiteia um cargo público é escolher uma área de atuação, estabelecer um cronograma de estudos e estar “situado no meio dos concursos, cercado de pessoas que vibram da mesma forma”. No que diz respeito ao tempo necessário de estudo, Aldo Rocha avalia que o estudante deve pensar em cronogramas factíveis, de acordo com sua disponibilidade de tempo e priorizando a qualidade do estudo.

Para ele, existem dois perfis de “concurseiros”. O primeiro deles estuda nas horas vagas enquanto o segundo se dedica de forma integral aos estudos, mas ambos têm as mesmas condições de serem aprovados desde que sigam seus respectivos planejamentos com rigor.

O tempo mínimo de estudos recomendado por Aldo Rocha são 4 horas diárias de segunda a sexta-feira, com uma carga horária mais intensa durante o final de semana e intervalos para a prática de atividades física ou momentos de lazer que ajudem a reduzir o estresse e, consequentemente, estimulam o aprendizado.

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