Câmara debate políticas públicas para infectados pela Covid-19

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Dezesseis deputados federais debateram, na Comissão Geral da Câmara, possíveis políticas públicas de apoio às pessoas que foram infectadas por Covid-19 e conseguiram sobreviver. Essas políticas também ajudariam pessoas que ficaram inválidas por causa das sequelas da doença. De acordo com os deputados, crianças e adolescentes órfãos por conta da pandemia também seriam beneficiados. A iniciativa foi liderada pelo deputado Pedro Uczai (PT-SC). Em entrevista à equipe da RNR de Brasília, ele explicou como essas políticas públicas atenderiam essas vítimas. “Fortalecer o Sistema Único de Saúde com mais recursos e financiamentos para o SUS e para o Sistema Único de Assistência Social, o SUAS, para atender as vítimas em cada município desse país, porque elas estão lá e estão precisando”, explica. 

Dados do Ministério da Saúde apontam que mais de 20 milhões de brasileiros foram infectados pela Covid-19 e conseguiram vencer a doença. Os projetos seriam voltados para este público. A ideia dos deputados é dar amparo psicológico e financeiro para os mais prejudicados pela pandemia.  Entre os projetos, dois foram incluídos no relatório da CPI da Covid-19, escrito por Renan Calheiros. Os deputados se reuniram com o senador e conseguiram aprovar a inclusão do auxílio por invalidez e do auxílio para órfãos. Esses dois trechos poderão ser votados no dia 26 com os demais pontos do relatório da CPI.

O parlamentar também destacou que esse subsídio deve ser financiado pelo Governo Federal por meio de lucros e dividendos e cobrada uma taxa de imposto da parcela mais rica da população. “Vamos pegar quem ganha R$ 10 milhões acima e cobrar 1%, vamos cobrar 2% de quem ganha acima de R$ 40 milhões e 3% de quem ganha acima de R$ 80 milhões durante 5 anos, depois reduz pela metade.

Nesses cinco anos nós enfrentaremos todas as sequelas da Covid”, comenta o deputado federal Pedro Uczai. Caso os trechos incluídos no relatório da CPI sejam aprovados, crianças órfãs e pessoas que ficaram inválidas por causa de sequelas da Covid-19 podem ser amparadas por lei.

Rede de Notícias Regional /Brasília

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