Anatel prevê chegada do 5G a Natal em agosto; veja como tecnologia pode impactar usuário e indústria no RN

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Em palestra na Fiern, secretária Nacional de Telecomunicações apontou geração de novas soluções tecnológicas para segmentos empresariais do estado.

 

A internet 5G chega a Natal até o fim de agosto, segundo a expectativa apresentada nesta quinta-feira (25) pelo Ministério das Comunicações e a Anatel – a Agência Nacional de Telecomunicações. Já o prazo para que a tecnologia alcance todos os municípios do Rio Grande do Norte é 2028.

Em um evento promovido pela Federação das Indústrias do Estado em comemoração ao Dia da Indústria, os representantes do governo federal apresentaram as mudanças que deverão ser sentidas pelos usuários comuns e principalmente pelo setor produtivo ao longo dos próximos anos. Veja mais abaixo.

O estado também começa a se preparar para os novas possibilidades trazidas pela tecnologia. A Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) anunciou a construção de um centro para desenvolvimento de pesquisas e novos produtos a partir do 5G.

O edital do governo federal, cujo leilão aconteceu em novembro do ano passado, previa que a tecnologia chegasse às capitais até julho, mas os prazos foram estendidos por limitações como a falta de equipamentos para fazer a “limpeza da faixa” de sinal 3,5GHz, que será usada pelo 5G.

Essa faixa é usada para transmissão da TV parabólica. Para não haver interferência, o sinal deverá ser transferido para outra faixa de frequência, e a faixa de 3,5 GHz será exclusiva para o 5G.

“A gente acredita que o Rio Grande do Norte vai ser atendido muito rapidamente e, no mais tardar, no final de agosto, a cidade de Natal já vai ter o atendimento. Mas quando a gente olha para o estado como um todo, os quase duzentos municípios do Rio Grande do Norte, esses municípios serão atendidos até o final de 2028”, diz o conselheiro da Anatel, Artur Coimbra de Oliveira.

Artur ainda ressaltou o fato de a capital potiguar já ter aprovado uma lei municipal sobre a regulamentação das antenas, o que, segundo ele, ainda é um limitador em outros estados.

A secretária Nacional de Telecomunicações do Ministério das Comunicações, Nathalia de Souza Lobo, apontou que a tecnologia também vai chegar a áreas que até então não eram atendidas por internet de banda larga.

Por G1 RN

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